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A atuação de uma forte massa de ar seco segue ganhando intensidade sobre o território brasileiro, garantindo tempo estável em todo o Centro-Oeste e em grande parte da região Sudeste. Esse padrão atmosférico favorece uma queda acentuada nos níveis de umidade do ar, especialmente durante as tardes, quando o calor é mais intenso. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), diversas áreas já entraram em estado de atenção, registrando índices inferiores a 30%.
O cenário é provocado por um sistema de alta pressão atmosférica que funciona como um bloqueio, impedindo o avanço de frentes frias pelo interior do país. Esse bloqueio dificulta a formação de nuvens e inibe a ocorrência de chuva, mantendo o predomínio de sol e temperaturas elevadas. Tal comportamento é típico da segunda metade do outono e marca a transição para a estação seca no Brasil central.
No Sudeste, o tempo seco predomina principalmente no interior, com destaque para o centro-norte de São Paulo, o Triângulo Mineiro, o norte de Minas Gerais e o interior do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Nessas áreas, a umidade pode ficar abaixo de 30%, com valores pontuais inferiores a 25%. Já no Centro-Oeste, os níveis críticos atingem o Distrito Federal, Goiás, o leste de Mato Grosso e o centro-norte de Mato Grosso do Sul.
A baixa umidade exige cuidados redobrados com a saúde, pois pode causar desconforto respiratório e irritação nos olhos, nariz e garganta, além de elevar o risco de queimadas. Seguindo orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Defesa Civil, recomenda-se beber bastante água, evitar atividades físicas nas horas mais quentes do dia e redobrar a atenção com crianças e idosos.
A tendência é que esse padrão se mantenha nos próximos dias, inclusive durante o feriado e a próxima semana. Apenas o sul de Mato Grosso do Sul e as faixas litorâneas podem registrar aumento de nebulosidade ou chuvas isoladas devido à passagem de frentes frias pela costa. A mudança definitiva no tempo depende do enfraquecimento do bloqueio atmosférico. Por isso, é fundamental continuar acompanhando as atualizações meteorológicas e os alertas das autoridades locais.
Com informações da Climatempo.
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