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O outono de 2026 iniciou-se oficialmente às 11h45 do dia 20 de março, estendendo-se até o dia 21 de junho. Este período marca uma fase crucial de transição: deixamos para trás o calor úmido do verão e avançamos em direção ao clima seco e ameno, típico da estação.
Historicamente, abril pode apresentar variações significativas. Em anos como 2023, observou-se um excesso de precipitação no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, acompanhado pela chegada de massas de ar frio intensas na segunda metade do mês.
Norte e Nordeste: A forte atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) garante chuvas volumosas na porção setentrional dessas regiões.
Costa Leste do Nordeste: Abril assinala o começo do período mais chuvoso do ano para esta faixa litorânea.
A configuração atmosférica para este mês será regida principalmente por dois fatores:
Os sistemas de alta pressão serão predominantes sobre o território brasileiro, gerando os seguintes efeitos:
Redução da umidade: Menores índices de umidade relativa do ar e escassez de chuvas no interior.
Bloqueios atmosféricos: Impedem a livre circulação de ventos e desviam frentes frias em direção ao oceano.
Barreira térmica: Dificultam a entrada de massas de ar polar no interior do país, mantendo as temperaturas mais estáveis.
Originados por sistemas de alta pressão no oceano, os ventos marítimos transportam umidade para o continente. Este fenômeno é o principal responsável pelo aumento da nebulosidade e das chuvas nas regiões litorâneas, sendo um fator determinante para o incremento pluviométrico na costa leste do Nordeste.
O mês de abril consolida a transição sazonal, apresentando fenômenos distintos entre o extremo norte e o centro-sul do país. Abaixo, detalhamos os principais sistemas e eventos esperados.
Abril representa o período de pico de atuação da ZCIT no extremo norte brasileiro. Este sistema é o principal responsável por promover chuvas frequentes e de grande volume na porção setentrional das regiões Norte e Nordeste.
Trajetória oceânica: Na maior parte do mês, as frentes frias devem se deslocar prioritariamente pela costa das regiões Sul e Sudeste, mantendo a massa de ar frio sobre o oceano.
Incursão continental: A previsão indica que apenas no final de abril uma frente fria conseguirá avançar com força pelo interior, provocando uma queda acentuada de temperatura no Sul, em partes do Sudeste e no Centro-Oeste. Por ora, o fenômeno da "friagem" na Região Norte permanece pouco provável.
Onda de calor precoce: Durante a segunda semana de abril, espera-se uma elevação significativa das temperaturas na Região Sul, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo.
Bloqueio atmosférico: A primeira quinzena será marcada por um bloqueio que impedirá a livre circulação de sistemas de chuva pelo interior do país.
Predomínio de ar quente: O ar quente deve dominar a maior parte do território nacional, com as massas de ar polar sendo desviadas para o mar.
Chuvas volumosas no Nordeste: Eventos severos de precipitação são esperados na costa leste, impactando capitais como Salvador, Aracaju, Maceió, Recife e João Pessoa.
Risco costeiro no Centro-Sul: Há possibilidade de episódios isolados de chuva forte em áreas litorâneas do Sul e Sudeste.
O mapa de anomalias indica o desvio da precipitação em relação à média histórica para o mês de abril de 2026. Áreas em tons de azul sinalizam chuvas acima da média, enquanto tons de laranja/amarelo indicam um mês mais seco que o habitual.
Resumo Geral: Abril será um mês de contrastes, com calor persistente no Centro-Sul interrompido apenas no fim do mês, enquanto o Norte e o litoral do Nordeste enfrentam seus períodos mais úmidos.
O cenário meteorológico para o mês de abril de 2026 indica um Brasil dividido por contrastes regionais acentuados, influenciados diretamente por sistemas de alta pressão e pela atividade da Zona de Convergência Intertropical.
As projeções de anomalia de precipitação indicam variações importantes em relação às médias históricas:
Acima da média (tons de verde): Espera-se que o mês termine com volumes superiores ao normal em praticamente toda a Região Nordeste e em partes do Tocantins, devido à forte atuação de sistemas tropicais e ventos marítimos.
Dentro da média (cor branca): Grande parte do Sudeste, Sul e Centro-Oeste deve apresentar volumes condizentes com o esperado para o período de transição.
Abaixo da média (tons de marrom): A chuva deve ser mais escassa no norte do Maranhão, na maior parte da Região Norte, no norte e oeste de Mato Grosso, no oeste de Mato Grosso do Sul e em setores do oeste da Região Sul.
O predomínio de sistemas de alta pressão atmosférica atuará como uma barreira, dificultando a incursão de massas de ar polar pelo interior do continente e concentrando o ar frio sobre o oceano.
Nas regiões Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul, a previsão indica temperaturas médias acima da norma climatológica. A persistência de ar quente e seco nestas áreas eleva o risco de ondas de calor, especialmente na primeira metade do mês.
O restante do Sudeste e do Centro-Oeste, além da maior parte da Região Norte, deve registrar temperaturas próximas ao que é historicamente esperado para abril, sem grandes extremos de calor ou frio na maior parte do período.
No Tocantins e em grande parte do Nordeste, a alta incidência de nebulosidade e a frequência das chuvas impedirão a elevação das temperaturas. Como resultado, essas áreas devem registrar um mês ligeiramente mais fresco que o habitual.
Nota Meteorológica: Embora o ar quente predomine, o monitoramento indica que a transição final do mês poderá trazer a primeira queda brusca de temperatura para o centro-sul, quebrando o padrão de calor verificado nas semanas anteriores.
Com informações da Climatempo.
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