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Previsão climática sazonal: AGO/SET/OUT de 2016

Publicada por Clima ao Vivo em 08/08/2016
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CPTEC fez uma previsão climática sazonal por consenso para este trimestre de agosto, setembro e outubro de 2016 (ASO/2016) “indicando maior probabilidade do total trimestral de chuva ocorrer na categoria dentro da faixa normal climatológica no extremo norte da Região Norte, ficando a segunda maior probabilidade na categoria abaixo da faixa normal, com a seguinte distribuição: 25%, 40% e 35% para as categorias acima, dentro e abaixo da faixa normal climatológica, respectivamente

Também de acordo com o CPTEC, nesta segunda-feira (08/08), haverão muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas no sudoeste e centro-oeste do PR, sudoeste e sul de MS. Haverão muitas nuvens e chuva a qualquer hora do dia no norte e nordeste de SC. No AC, sudoeste, oeste e norte do AM e em RR ocorrerão pancadas de chuva com curta duração, que poderão ser acompanhadas de trovoadas. À partir da tarde ocorrerão pancadas de chuva no norte do PA e do AP, oeste-centro-leste de MS e sudoeste de SP. Em grande parte do Centro-Oeste, no interior do Nordeste, parte do Sudeste e faixa sul da Região Norte do Brasil o dia terá predomínio de sol, temperaturas elevadas e umidade relativa do ar baixa no período da tarde com valores em torno de 30% em algumas dessas áreas.

Havia previsão de uma brusca mudança na direção do vento, do quadrante norte para o quadrante sul, que é característica da chegada da frente fria, mais isso ocorreu antes do esperado. Na cidade do Rio foram registradas fortes rajadas de vento das direções sudoeste e sul a partir das 10 horas do domingo e que variaram de 46 km/h a 72 km/h. Estes ventos indicam a chegada do ar polar da frente fria, vindos do mar para o continente. O vento do quadrante norte é quente e sopra do continente pra o mar.

Nos dias 10 e 11 de agosto, teremos novamente ventos das direções sul e sudoeste. E estas direções são as que têm maior impacto na cidade do Rio, sendo ventos marítimos frontais. É previsto que devem soprar constantes, moderados, de 10 km/h a 30 km/h, com rajadas que podem alcançar de 40 km/h a 60 km/h. Essa passagem poderá trazer chuva nos dias 10 e 11 de agosto e a massa de ar polar vai manter a temperatura baixa no Rio até o fim desta semana. Esta frente fria também chega a São Paulo e à costa do Espírito Santo, provocando aumento das nuvens e rajadas de vento moderadas no sul do Estado. O ar seco e polar continua sobre o Rio Grande do Sul, com alguma presença de sol, mas a temperatura fica baixa. Poderão ocorrer chuvas passageiras no Rio Grande do Norte, Acre, Amazonas e Roraima.

no Sudeste, sistema de Baixa Pressão consegue provocam pancadas de chuva em todo o estado de São Paulo, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, até na região da Grande Belo Horizonte em Minas Gerais. Esse sistema influencia o tempo sobre o Mato Grosso do Sul também, provocando chuva e queda de temperatura.

Essas pancadas vêm em boa hora pois a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado) registrou neste domingo (07/08), queda no nível de água no Cantareira que baixou de 75,7% para 75,6%. A média histórica de chuvas nos meses de agosto do Cantareira é de 34,3 mm. 

Nas previsões, salientam também que agosto é o último mês do principal período chuvoso para o leste da Região Nordeste, mas não há indicações de que este quadro possa ser alterado em agosto próximo “que significa um período chuvoso principal de abril a agosto significativamente deficitário, impactando a disponibilidade hídrica da Zona da Mata, que já está bem abaixo da média para esta época do ano, decorrente de vários anos com chuvas abaixo da média histórica.”. A distribuição de chuvas na Região Sul durante o trimestre pode apresentar grande variabilidade temporal e espacial, o que diminui o grau de previsibilidade para esta área. “As alterações climáticas caracterizadas pela La Niña nos próximos meses deverão perdurar até o início de 2017, sem atingir alta intensidade. A previsão por consenso também indica maior probabilidade das temperaturas ocorrerem entre normal e acima dos valores normais na maior parte do País.”.

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