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O nevoeiro marítimo gera grande redução da visibilidade horizontal, colocando em risco a segurança das atividades no mar e também em terra.
O satélite GOES 16 captou uma imagem às 8h10 da última quarta-feira (18), (Brasília), mostrando a grande área coberta por nevoeiro no litoral de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina.
Camada de nevoeiro entre o litoral de SP e de SC no início da manhã do dia 18/08/2021
Um denso nevoeiro marítimo encobriu a Baixada Santista, no litoral de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (18). Uma grande redução de visibilidade foi registrada pela base aérea do Guarujá que chegou a apenas 250 metros, às 8 horas da manhã, impedindo as operações no aeroporto.
O nevoeiro se dissipou somente por volta das 10 horas, porém ainda houve muita névoa durante o restante do dia. A melhor visibilidade chegou aos 7000 metros, mas no fim da tarde e início da noite, houve mais uma queda brusca da visibilidade, baixando para 2500 metros.
Agora, a região da Baixada Santista e todo o litoral de São Paulo, entram em uma condição de aquecimento pré-frontal durante essa sexta-feira (20).
O vento de noroeste se intensifica movimentando o ar e gerando a mistura das camadas de ar. Isto é desfavorável a formação do nevoeiro, mas ainda há possibilidade de névoa fraca no início do dia.
O litoral do Paraná e de Santa Catarina ainda podem ter nevoeiro marítimo durante essa sexta-feira (20).
Os nevoeiros são fenômenos meteorológicos de difícil previsibilidade, uma vez que podem ocorrer em qualquer lugar, em qualquer época do ano, durante dia ou a noite.
Um nevoeiro é a condensação da umidade próxima da superfície que pode ocorrer tanto sobre o continente, sobre diferentes tipos de solo, e também, sobre superfícies aquosas, como rios, lagos e o mar.
A formação do nevoeiro marítimo no litoral paulista ocorreu devido a um grande aquecimento sobre o continente e o avanço do ar quente sobre o mar, que estava com temperatura mais baixa que a do ar. A camada de umidade que estava sobre o mar, mais fria que o ar, se condensou formando a neblina. O ar quente que chegou do continente formou uma espécie de "tampa" que segurou a neblina.
Além deste contraste térmico, o vento fraco da madrugada também contribui na formação do nevoeiro. Quando está ventando, o vento mistura facilmente as camadas de ar, não ocorrendo esse aprisionamento. Informações: Climatempo.
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